sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Foi comprar cigarros e nunca mais voltou...


Parece um título do Jornal O crime, mas não. Trata-se da realidade no Hospital de Viana. Temos um digníssimo médico que muitas vezes, em serviço, lembra-se de passar do estado sólido a gasoso, ou seja, tem a invulgar capacidade de se evaporar, de desaparecer em serviço. Há relatos fidedignos que asseguram que vai prestar serviço(s) para outras freguesias e noutros departamentos. Questiono se os responsáveis não têm conhecimento da situação, ou fingem não ter??! Alguém que me esclareça p.f.
Obrigado.

9 comentários:

  1. Muito obrigado pelo comentário no MAS. Somos um grupo jovem de profissionais de saúde que pensa que é possível que as lutas na saúde vençam e que estas podem ser feitas de modo unitário.
    Se quiser, mande-nos a sua opinião ou comentário para o nosso e-mail.
    Cumprimentos e continue com o blog, bom trabalho

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  2. É assim que anda o SNS. É assim que anda o país. É assim que andamos todos. Quando podemos lá vai uma facadinha ao Estado. Afinal o Estado somos todos e o que é de todos não é de ninguém. Qualquer dia o SNS rebenta. Os senhores doutores vão ter de ir para as clinicas TRABALHAR. Mas pena tenho dos utentes que são a parte fraca do Estado e que sofrem com a irresponsabilidade dos outros.

    Deprime-me falar deste tipo de mentalidade porque não lhe vejo fim. Parece um novelo que se foi formando em torno de todos os Portugueses (o amiguismo, o facilitismo, o "aproveitarismo"...) e que com o tempo ficou sem ponta por onde se lhe possa pegar....

    Bem haja

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  3. Vale a pena comentarem o artigo de opinião ...Recados ao bastonário Pedro Nunes e aos Profissionais de Saúde sobre a Gripe A no cogitare em Saúde

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  4. Não tem conhecimento? achas?? acontece é que existe entre a classe médica um associativismo inquebrável, e eles resguardam-se sempre, protengem-se entre eles. Uma lição para o enfermeiral, que à minima apunhalam o colega pelas costas.
    Até sei de um caso de um reputado clinico que, acumulando funções em hora de expediente noutro hospital, ficou deveras stressado com o surgimento do controlo biométrico... mas foi logo tranquilizado pela então directora clinica(!!!) pois o dedómetro não servia de controlo efectivo! e esta, heim?

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  5. E aqueles que vêm pôr o dedo no aparelho a dar sinal que estão a entrar para trabalhar e voltam a sair para ir passear o cão? Pois é, esse é que leva a V
    vida... até a fazer urgencia vai a casa jantar durante 1h ou mais e o raio do cão(acho que é cadela) tem direito ao seu passeinho...

    e esta , hem?

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  6. oias... tens prémio à tua espera no meu blog, copia a imagem e coloca-a no teu espaço.... cuida-te

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  7. Os enfermeiros convivem e pactuam com estas situações, pois se acontece alguma coisa têm que ligar para Sr Dr para vir a correr...na nossa classe são raros estes comportamentos porque nós temos responsabilidade profissional e não deixamos o local de trabalho sem que sejamos substituidos por um colega...isso sim é o verdadeiro sentido de união profissional ....uma lição para o "doutoral"

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  8. Alguns convivem e pactuam, mas muitos denunciam aos superiores, mas em determinada faixa hierarquica as denuncias parece que se apagam. MAs neste caso ate parece que os maiorais sabem, mas nada querem ou podem fazer. sao os intocaveis.. e é como o colega em cima diz... eles protegem-se uns aos outros e por vezes os enfermeiros no extremo oposto cortam-se uns aos outros.. mas neste caso quer seja enfermeiro ou medico, deve ser denunciado. o que está errado dever ser denunciado.. e o Robin não perdoa

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  9. por essas e por outras é que eu ja nem o curso fiz em viana!

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